Bem-vindo ao nosso site

Nosso objetivo é mostrar a realidade sobre Inclusão e Prevenção nas Escolas.

A nossa Meta é levar o conhecimento sobre as adversidades da Educação Inclusiva em sua pluralidade.

Convido a todos para que juntos possamos ascender essa bandeira tão necessária em nossa sociedade.

Essa missão é nossa.

 
“ Amar não significa tornar o outro adaptado, submisso ou semelhante a nós.
Amar significa libertá-lo deixa-lo livre, deixa-lo viver.
Penny Mc Lean

 

 

Notícias aos visitantes

Olá você, que carinhosamente nos visita, o proposito desta página, é promover  o conhecimento, a conscientização de que, as diferenças de acordo com idade, género, etnia, linguagem, situação de saúde, situação econômica, religião, deficiência, estilo de vida e outras formas de diferenciação são reconhecidos e respeitados, é um processo dinâmico que está em constante evolução, consoante a cultura e o contexto. Convido  para embarcar nessa nova viagem de conhecimento e amor ao próximo. Um grande abraço, podem ficar a vontade para fazer seus comentários e trazer suas contribuições, o espaço é nosso.

 

Reflexões sobre a Educação Inclusiva.

Uma escola só pode ser considerada inclusiva, quando não faz distinção entre seres humanos, não individualiza e tão pouco julga seus valores como perfeitos ou não e normais ou anormais. Somos seres em relação e só crescemos em relação, e para haver o equilíbrio, é preciso permitir que os alunos com deficiências interajam com os demais.
A inclusão escolar só será atingida em sua totalidade através de um reconhecimento humilde por parte não apenas da escola, como também da sociedade na qual se faz ambiente. É preciso educar o todo e principalmente a si, para poder lidar com as adversidades, e não apenas usar métodos, técnicas e estratégias.
Ver a inclusão como um fruto e não apenas um campo arado. Para que isso aconteça, é preciso que os professores e toda equipe que faz parte da escola (direção a servente), adotem atitudes proativas para lidar com as diferenças.
 “Está nosso sistema educacional preparado para acolher a diferença em suas salas de aula?” Responder a essa pergunta é  de extrema importância.
A conscientização de que a escola inclusiva deve ser eficiente, democrática, aberta e solidaria, e em sua prática trazer vários benefícios que irá fazer da escola um lar para aqueles que buscam seu lugar ao sol. É nossa missão.

Dia 2 de abril e o autismo: conhecer para ajudar

Autismo é um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais:

* Inabilidade para interagir socialmente;

* Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos;

* Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.

O grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.

Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.

Sintomas

O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).

Tratamento

Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.

Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas.

Recomendações

* Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados;

* É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista;

* Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina;

* Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado;

* Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade.

 

https://drauziovarella.com.br/crianca-2/autismo/

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